A câmara é fria
Em 361-363 a D. Juliano Imperador, reinou;
Revelou-se um grande inimigo do Filho Deus.
Resolveu extinguir o cristianismo e ordenou:
Fechem os templos, para a alegria dos ateus.
Um dia Juliano partiu à frente de seu pelotão;
A luta seria contra a Pérsia, símbolo da arte.
Em chegando, parou no caminho, na escuridão;
Perto da Antioquia, para suprimento em parte.
Nessa ocasião o monarca entrou disfarçado;
Vestiu-se maltrapilhamente a campo aberto
Viu os templos fechados e se sentiu amado.
Como pode um diabolismo desses dar certo.
Em certa rua encontrou um amigo de infância;
Agora homem de bem e sucedido negociante.
Ao encontrar desdenhou-o, queria distância;
Pensou: Ele é desonesto para ser triunfante.