A câmara é fria

18-02-2014 14:00

Em 361-363 a D. Juliano Imperador, reinou;

Revelou-se um grande inimigo do Filho Deus.

Resolveu extinguir o cristianismo e ordenou:

Fechem os templos, para a alegria dos ateus.

 

Um dia Juliano partiu à frente de seu pelotão;

A luta seria contra a  Pérsia, símbolo da arte.

Em chegando, parou no caminho, na escuridão;

Perto da Antioquia, para suprimento em parte.

 

Nessa ocasião o monarca entrou disfarçado;

Vestiu-se maltrapilhamente a campo aberto

Viu os templos fechados e se sentiu amado.

Como pode um diabolismo desses dar certo.

 

Em certa rua encontrou um amigo de infância;

Agora homem de bem e sucedido negociante.

Ao encontrar desdenhou-o, queria distância;

Pensou: Ele é desonesto para ser triunfante.